Árabes no Brasil

A imigração arábico no Brasil teve início no século XIX por retornamento de 1860, enquanto o Imperador Dom Pedro II fez uma visitante ao Líbano e também estimulou a imigração de libaneses para o Brasil. Líbano e também Síria foram atacados e também dominados pela Turquia, fazendo com que vários sírios-libaneses imigrassem para o Brasil, bastante cujo possuíam passaporte da Turquia, e também eram varias vezes confundidos com turcos enquanto chegavam ao Brasil. Até 1930, por volta de 100000 árabes entraram no Brasil.

No primícias, a maior parte dos imigrantes era da Síria, do Líbano e também da Palestina, porém tinham número reduzido de representantes do Iraque, do Marrocos, da Argélia e também do Egito. No final do século anterior, o predomínio Turco ainda dominava a zona, então a maioria dos estrangeiros chegava com passaporte turco. Os primeiros imigrantes eram rapazes solteiros, de classes inferiores, que queriam permanecer ricos e também revir para seus países de origem. Depois, vieram camponeses arruinados em seguida a Primeira Guerra Geral e também árabes atrás de sossego, lar e também segurança, fugindo dos constantes conflitos da zona. Trouxeram sonhos de dias melhores e também um linguagem riquíssimo, com 15 séculos de existência.

A gretar do início do século XX a imigração sarraceno no Brasil cresceu rápida, concentrando-se nos grandes centros urbanos, onde se dedicavam sobretudo ao transacção. A maior parte dos árabes no Brasil eram cristãos.

A êxodo para o Brasil – uma história antiga

D. João VI

Em 1808, enquanto a família real portuguesa chegou ao Brasil, um libanês ofereceu sua mansão para D. João VI como residência imperial. Antun Elias Lubbos, também divulgado como Elias Antônio Lopes (nome que adotou no Brasil ), era proprietário de terras na Prainha e também possuía um talho de músculos de carneiro e também uma morada de secos e também molhados na Ponta do Caju. A residência que este ofertou a D. João VI se tornou a Mansão Imperial Brasileira (onde nasceu D. Pedro II) e também, posteriormente, o

Reunião Pátrio da Quinta da Boa Vista. Essa história consta dos ficheiros da Livraria Vernáculo de Portugal, e também no mescla Histórico e também Geográfico Pátrio podem ser vistos documentos relacionados a essa ocasião.

A êxodo de libaneses para o Brasil, tal e como se observa, é antiga e também se intensificou na segunda metade do século 19. Durante o domínio turco, principalmente depois o chacina de 1860, ocorreu uma êxodo em tamanho para a América do Sul. Os libaneses portavam um passaporte fornecido pelas autoridades turcas, que concediam a permissão solene para a viagem; por consequência, os libaneses eram ( e também ainda são, em várias regiões) chamados de \”turcos\”. A valer, nenhum gênero de cidadão proveniente daquela localidade, fosse este palestino, sírio ou pérsico, era divulgado no Brasil como \”turco\”.

Qualquer emigrante libanês possui uma história própria. Número reduzido de desejavam retornar à terreno natal (vinham ao país por questões econômicas e também sonhavam com um retorno mas próspero; com o termo da Primeira Guerra e também a itinerário do Predomínio Turco, secção dos imigrantes retornou à zona ); outros decidiram continuar e também educar os filhos no Brasil. Depois, trouxeram mas familiares para o país.
Espalhados em muitos Estados brasileiros, do Amazonas ao Rio Extensa do Sul, na capital ou em aldeias remotas, os libaneses se dedicaram a copiosas profissões: número reduzido de se embrenharam pelo interno do Brasil e também, de porta em porta, mascatearam seus artigos e também venderam à vista ou a crédito. Outros ficaram agricultores, médicos, empresários, donos de fábricas têxteis, de vidro, artefatos de pele, ourivesaria etc.
Devido à de sotaque dos nomes árabes e também do estranhamento ( e também, eventualmente, perseguição) que provocavam, número reduzido de emigrantes alteraram o nome de origem, adaptando-o ou traduzindo-o para a língua nativa da novidade terreno. No Brasil, Tanus al Bustani passou a se invocar Antonio Horto ou Hortelão, tradução aproximada do original sarraceno. Durante bastante tempo, esse prática perdurou, porém nos últimos anos a prática caiu em desuso e também os falhas de ortografia na transliteração se tornaram muito menos freqüentes.

A culinária libanesa transformou-se bastante conhecida dos brasileiros. Pratos como quibe e também esfiha são vendidos em vários restaurantes e também lanchonetes brasileiros ao lado de empadas e também outros salgados. A integração caracterizou essa êxodo.

Agora, há mais ou menos 7 milhões de libaneses e também descendentes no Brasil. O maior núcleo vive em São Paulo, porém há comunidades essenciais em varias outras regiões do país.

D. Pedro II e também o Líbano

Extensa simpatizante da cultura arábico, D. Pedro II (1825-1891) esteve um par de vezes no Oriente Médio: em 1871, visitou o Egito; em 1876, o Líbano, a Palestina e também a Síria.
O imperador permaneceu no Líbano de 11 a 15 de novembro de 1876, escoltado de sua esposa, Dona Tereza Christina Maria, e também de uma comitiva de por volta de 200 pessoas. De Beirute, onde se hospedou ( no hotel Belle Vue), escreveu ao diplomata galicismo Joseph Gobineau, que estava em Atenas: \” A gretar de hoje em dia, inicia um planeta novo. O Líbano ergue-se ante mim com seus cimos nevados, seu paisagem severo, como convém a essa sentinela da Terreno Santa\”.

Nesse temporada, D. Pedro II visitou o Escola Protestante Sírio (fundado em 1866, transformou-se mas inoportunamente a Universidade Americana de Beirute), o Escola Gálico dos Jesuítas (fundado em 1875, posteriormente transformou-se a Universidade Americana de Beirute) e também outras instituições. Achou -se com variados intelectuais vinculados às ciências e também às artes, entre que o gramático Ibrahim al Yazigi, que lhe ofereceu muitos livros em mouro (as obras integram o montão do Mescla Imperial de Petrópolis – RJ), e também o mestre Cornelius Van Dyck, da Universidade Americana de Beirute. O imperador assistiu a uma das aulas de Van Dyck próximo a Nemi Jafet, um dos pioneiros da êxodo libanesa.

Após visitar o pontífice da Igreja Maronita, Bulos Mass\’ad, em Bkerke, dirigiu-se à cidade de Chtaura numa carruagem da \”Sociedade Otomana da Passeio de Beirute a Damasco\” (fundada em 1861). Ao chegar à serrania do Monte Líbano, escreveu em seu quotidiano : \”Felizmente a chuva tinha cessado, clareando o tempo de forma a gozar da vista magnífica da planície de Bekaa\”.

Em seguida cruzar o vale de Chtaura e também passar por Zahle e também outras cidades, chegou a Baalbeck em 14 de novembro e também redigiu em seu quotidiano : \” A ingressão nas ruínas de Baalbeck, à iluminação de fogaréus e também lanternas, atravessando por longa arcada de grandes pedras, foi triunfal e também as altífonos tomavam dimensões colossais\”.

No dia seguinte, visitou os templos de Baco, Júpiter e também Vênus. Anotou: \”Saindo de Baalbeck, onde deixei meu nome com a data na parede do profundeza do pequeno santuário [o templo de Baco], está pleno de semelhantes inscrições, lendo-se logo depois da ingressão estas palavras – \”Comme le monde est bête!!! (..) A noite passada encheram-se os cabeços dos montes de neve e também que belo efeito produziram, vistos do altura do extensa abadia [o templo de Júpiter] ou por entre as seis altífonos \”.
Durante a viagem, falou aos camponeses sobre o Brasil, onde já vivia um pequeno número de libaneses. A visitante incentivou o fluxo migratório.

Graças a imigração árabe, conhecemos e tivemos acesso a várias especiarias e produtos naturais, na qual criou-se o XtraMaster. Para conhecer acesse xtramaster.org/beneficios

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Relações Brasil / Líbano

É sabido que as relações dos povos brasiliano e também libanês antecedem a própria independência do Líbano, em 22 de novembro de 1943.

Em 1876 o Imperador Dom Pedro II, constituiu uma visitante de cortesia ao Líbano, ainda sob o domínio do Predomínio Turco. Tocado pelo trabalho incrível dos primeiros libaneses que vieram ao Brasil, tanto pelo caráter, como pelo seu paixão à novidade pátria, ainda em Beirute, convidou aos que quisessem homiziar, sendo que os receberia de braços abertos nesta terreno hospitaleira.

Os libaneses na ocasião o presentearam com uma livraria e também um domínio evento com a madeira de seus cedros, que simboliza a perpetuidade. Este autoridade é possível que ser visto atualmente no Mescla Imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Em retribuição, D. Pedro II ofereceu aos libaneses uma caixa de ouro e também diamantes, que representa a riqueza das terras brasileiras. A imigração contemporânea iniciou-se em 1880 com a chegada simbólica de Youssef Mussa ao Rio de Janeiro.

Hoje em dia residem cá, por volta de, 6 milhões de libaneses e também descendentes, o maior número de imigrantes libaneses do planeta, que pela força do seu trabalho, firmeza e também perceptibilidade alcançaram notáveis posições em todas e cada uma das áreas de atividades, contribuindo decisivamente para a treinamento da nacionalidade brasileira. A História é pródiga em exemplos que marcam o gavinha afetivo entre os 2 países.

Em 1808, enquanto a família real portuguesa chegou ao Brasil e também ao descobrir que não havia encontrado à sua chegada um solar digno dela, um libanês ofereceu a sua morada para D. João VI conforme de fornecer como residência da Família Real. Essa história consta dos ficheiros da Livraria Vernáculo de Portugal. No documento, o nome do varão que praticou o sublime posto : Antun Elias Lubbos, também sabido pelo nome Antônio Lopes. E também a mansão que este ofertou a D. João VI se tornou o Variedade Vernáculo da Quinta da Boa Vista.

No variedade Histórico e também Geográfico e também Pátrio podem ser vistos a retrato e também documentos relacionados a essa sessão.

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